terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CURSO DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA EM MARCELINO VIEIRA - RN


Nos dias 03 e 04 de fevereiro de 2011 será realizado em Marcelino Vieira um curso de Mecanização Agrícola voltado aos trabalhadores e trabalhadoras rurais do município e da região. O Curso foi uma solicitação do Escritório da EMATER de Marcelino Vieira e será ministrado por um especialista em Mecanização com duração de 16 horas. As atividades serão divididas em duas partes, uma teórica e outra prática, onde serão ministrados os seguintes assuntos: manutenção do trator, acoplagem de implementos, corte de terra e manejo conservacionista do solo.  As inscrições estão abertas e podem ser feitas no escritório local da emater, onde serão disponibilizadas 15 vagas.
Esta atividade tem como principal objetivo capacitar os produtores rurais em manejo de solo e possibilitar uma melhor utilização dos equipamentos e máquinas disponíveis no município. Este curso, vem complementar as ações do Projeto de Girassol e melhorar as condições de preparo de solo e plantio.

Texto: Junior Barbosa
Extensionista Rural II

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PLANO SAFRA DO GIRASSOL PARA O ANO DE 2011



Após os dois seminários sobre o desenvolvimento da cultura do girassol no município de Marcelino Vieira -RN, abrimos a perspetiva para a safra 2011 e já contamos com a adesão para o plantio de girassol de mais de 30 agricultores de diversas comunidades do município com uma área de 20 ha a serem plantados. Através de um acordo entre os parceiros do projeto, conseguimos viabilizar o corte de terra, a adubação com boro, a distribuição das sementes, o empréstimo das matracas e a assessoria técnica da emater local. Para o plantio esta sendo feito o cadastramento dos produtores  interessados diretamente no escritório local da EMATER ou com o Sr Mauro Jorge na Sede da FM Vitoria aqui em Marcelino Vieira, este traballho tem como finalidade levantar a demanda de material a ser distribuido no período de plantio.
 A partir do início do inverno, que de acordo com as previsões da EMPARN serão de chuvas regulares, serão agendados os cortes de terra para o plantio. Está sendo exigido por parte da equipe técnica da EMATER a adubação orgânica em substituição a adubação química, sendo necessário a distribuição de 5 toneladas de esterco bovino por ha, ou aproximadamente 20 carroças a tração animal. Este material deve ser distribuido com atencedência de no mínimo 30 dias, sendo feito a lanço, antes da gradagem para que o material seja incorporado de maneira satisfatório no solo.
A variedade a ser plantada é a Catissol fornecida pela EMPARN, o que em condições de Semi-árido, produz aproximadamente em regime de sequeiro em torno de 1200 kg/ha.
A assessoria técnica será feita pelo Engenheiro Agrônomo Junior Barbosa e pelo Técnico em Agropecuária Miguel Cavalcante e tem como finalidade garantir ao produtor sucesso em seu empreendimento, dando plena condição do manejo da cultura. Também informamos que a Cooperativa Agroindustrial está fazendo novos cadastros, quem se interessar pode entrar em contato pelos tel: 84-33852020.

Texto: Junior Barbosa
Engenheiro Agrônomo

ASSINATURA DOS PRIMEIROS CONTRATOS DO PRONAF A DE MARCELINO VIEIRA



Após 3 anos de espera e uma longa peregrinação por vários escritórios particulares voltados a elaboração de projetos agrícolas,  a Associação do Sítio Coito, a qual representa o plano de reforma agrária financiado pelo Crédito Fundiário, teve acesso ao primeiro investimento do PRONAF A. O financiamento foi concedido pelo Banco do Nordeste do Brasil e a elaboração da proposta ficou a cargo do Engenheiro Agrônomo Junior Barbosa o qual compõe a equipe de profissionais do escritório local da EMATER de Marcelino Vieira - RN. Este Projeto vem ampliar a ação do plano de reforma agrária e possibilitar aos assentados uma linha maior de investimento, já que os juros relativos ao projetos são de 0,5% ao ano, com um rebate de 40% e com uma carência de 3 anos para o início do pagamento das prestações. O valor total da proposta fical no patamar de aproximadamente R$ 145.000,00, e foi voltado ao aumento do suporte forrageiro dos lotes, aquisição de implementos, animais de tração, matrizes bovinas, caprinas e ovinas e reprodutores. Foram beneficiados 10 associados, sendo que parte deles ainda dispõem de uma proposta complementar, já que o teto do investimento do PRONAF A é de R$ 20.000,00 por associado.
Ressaltamos também o compromisso do BNB em agilizar o processo de contratação do crédito, o qual corrrespondeu exatemente a 30 dias de avaliação e aprovação da proposta. Também ficou claro a abertura da Agência de Pau dos Ferros em manter um diálogo constante referente aos trâmites burocráticos o qual passava a proposta, agilizando de forma determinante todos os procedimento para a aquisição de crédito.
Agradecemos também a SEARA, a qual ficou responsável pela emissão das DAPs, como também o envio da proposta a Agência de Lagoa Nova em Natal. Todos estes parceiros contribuiram decisivamente para o sucesso do trabalho, dando provas concretas de que é possível a realização das políticas públicas de forma eficiente e em tempo hábil.

Texto: Junior Barbosa
Engenheiro Agrônomo


Assentados do Sítio Coito, Junior (Emater), José Augusto (BNB), Miguel  (Emater), Suian (Emater)


Relato do processo de crédito: Junior Barbosa (Engenheiro Agrônomo), José Augusto (BNB)

Assinatura dos Contratos
Junior Barbosa (Emater)
Miguel (Emater), Isaac (Emater)

Suiann Rosângela (Emater)

Isaac (Emater)

Cacimbão coletivo - Sítio Coito









 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

NOVO DIRETOR GERAL DA EMATER DO RIO GRANDE DO NORTE




Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte – EMATER – Diretor-geral – Ronaldo Cruz – Formado em Engenharia Elétrica pela UFRN, em 1982. Pós-graduado em sistemas de energia pela UFRN, em 1991. Ex-chefe do Departamento de Planejamento do Sistema Elétrico da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN). Ex-Assessor Técnico e de Planejamento da Secretaria de Educação do RN (SECD/RN). Ex-Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP). Ex- Coordenador de Energia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC/RN). EX-Secretário Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Parnamirim/RN.

MEIO AMBIENTE


Climas

A mudança global do clima é tema que ganha, a cada dia, maior relevância na agenda de governos, das empresas e da sociedade como um todo. O aquecimento global fruto da atividade humana é, hoje, reconhecido pela comunidade científica internacional e demanda grande disposição política para sua mitigação. Não é vista como uma questão somente ambiental, mas sim econômica social e, sobretudo, estratégica.
O Brasil reconhece ser parte da solução do problema e nesse sentido apresentou compromissos voluntários de redução de emissões entre 36,1% e 38,9% em relação às emissões projetadas até 2020, não se furtando a assumir o seu papel e as suas responsabilidades, conforme estabelecidas na Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.
O País tem características muito particulares que norteiam a sua política de combate às mudanças climáticas. Suas principais emissões vêm do desmatamento e da mudança de uso do solo. Nesse sentido, foram desenvolvidos ações e instrumentos destinados ao enfrentamento da mudança do clima.
O Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), lançado em 2008, constitui-se em um marco relevante para a integração e harmonização de políticas públicas ligadas ao tema. Os sete objetivos do plano são:
• fomentar aumentos de eficiência no desempenho dos setores da economia na busca constante do alcance das melhores práticas;
• manter a elevada participação de energia renovável na matriz elétrica;
• incentivar a expansão sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional;
• buscar a redução sustentada das taxas de desmatamento em todos os biomas brasileiros, até que se atinja o desmatamento ilegal zero;
• eliminar a perda líquida da área de cobertura florestal no Brasil até 2015;
• fortalecer ações intersetoriais voltadas para a redução das vulnerabilidades;
• identificar os impactos ambientais decorrentes da mudança do clima e fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas visando a estratégias de adaptação.
No final de 2009 foram aprovadas as leis da Política Nacional sobre Mudança do Clima e do Fundo Clima. Os planos setoriais de redução de emissões, para as áreas de florestas, energia, agropecuária e siderurgia, apontam as ações para que sejam alcançados as metas de redução de emissões também anunciadas em dezembro de 2009.
A política de combate ao desmatamento na Amazônia, nos últimos anos, vem trazendo resultados muito concretos como evidenciam os anúncios sucessivos de taxas de desmatamento cada vez mais baixas.
Da mesma forma que no plano interno, nas negociações internacionais relativas ao tema, o País tem atuado de maneira decisiva buscando viabilizar a adoção de um regime sobre mudança do clima que seja eficaz. Para isso, vem criando as condições objetivas a fim de que o aquecimento do planeta não ultrapasse os 2ºC acima da era pré-industrial, mas que também seja justo e equitativo, evitando que as populações, especialmente as mais vulneráveis, sofram ainda mais com as conseqüências da mudança do clima, além de criar condições para um desenvolvimento sustentável que não reproduza os padrões insustentáveis de produção e consumo dos países mais ricos.

Mudanças climáticas

Nos últimos cem anos, produtos tóxicos lançados na atmosfera pelas indústrias, carros e caminhões e atividades ligadas à agricultura têm levado a uma concentração cada vez maior de gases de efeito estufa no planeta. Eles permitem que a luz do sol chegue à superfície da Terra, mas impedem parcialmente a saída do calor, provocando aquecimento da atmosfera.
Somado a isso, o crescimento da população e o uso dos recursos naturais para sua sobrevivência têm levado ao aumento do desmatamento e à escassez de água.
Pesquisadores que estudam o assunto ainda não chegaram a uma conclusão sobre a extensão dos problemas que as mudanças climáticas podem acarretar. No entanto, eles acreditam que várias alterações devem ocorrer, entre elas:
•    A mudança nos regimes regionais de chuva. As chuvas seriam mais abundantes, mas a água evaporaria mais rápido por causa do calor, deixando os solos mais secos. Essa alteração causaria prejuízos à agricultura e reduziria também o fornecimento de água potável, já bastante escassa em várias regiões do planeta.
•    O deslocamento das zonas climáticas e agrícolas em direção aos pólos. É possível que as principais áreas produtoras de grãos hoje sofram secas e ondas de calor mais frequentes, prejudicando as plantações.
•    O derretimento de geleiras e o aumento da temperatura dos oceanos. Essa alteração pode elevar os níveis do mar, ameaçando zonas costeiras e ilhas de baixa altitude, e influenciar as correntes marinhas, causando mais mudanças climáticas.
Histórico de ações
Governantes do mundo todo estão agindo para deter as mudanças climáticas. Em 1992, representantes de vários países se reuniram no Brasil para a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), a Rio-92, onde foram avaliadas questões relativas ao meio ambiente. Desse encontro nasceu a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, um tratado internacional criado para avaliar como resolver o problema do aquecimento global.
Entre outros assuntos, a convenção estabelece que os países participantes concordam em desenvolver programas nacionais que desacelerem a mudança do clima, recomenda que tecnologias e conhecimentos técnicos ambientalmente saudáveis sejam desenvolvimentos e compartilhados, apoia o conceito de desenvolvimento sustentável e enfatiza a necessidade de conscientizar as pessoas sobre a mudança do clima.
Na convenção foi acordado que representantes dos países teriam encontros periódicos para discustir o meio ambiente. Tal determinação foi o ponto de partida para ações futuras, como o Protocolo de Quioto, estabelecido no Japão em 1997. O Protocolo, que entre outras coisas criou metas e prazos para que os países cortem suas emissões de gases do efeito estufa, é um sinal de que a comunidade internacional está disposta a encarar a questão e começar a tomar ações concretas para minimizar o risco das alterações climáticas.

O que cada um pode fazer

Todos os cidadãos podem fazer o seu papel para preservar a natureza e ajudar a reverter as mudanças climáticas. O ponto de partida é consumir menos recursos e de maneira mais consciente, alterando os hábitos, estabelecendo critérios de compra, de descarte de produtos e de contratação de serviços e exigindo que empresas e governos façam sua parte. Por causa de incentivos e pressões de governos e da sociedade, as empresas e indústrias também estão buscando meios de reduzir suas emissões de gases do efeito estufa.

Texto tirado do site: (Data 04/01/2011)
http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/climas/climas
Saiba mais sobre como colaborar em casa  e sobre clima no Portal Brasil.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Cultura do girassol vem conquistando o pequeno produtor rural

 
 
O girassol vem ganhando cada vez mais espaço entre os pequenos produtores rurais.  Comumente usado na produção de óleo comestível e também como acessório de decoração, ele pode ser implantado em consórcio com culturas alimentares, sobretudo leguminosas. O cultivo do girassol, também pode ser destinado à extração de óleo para a produção do biodiesel. O produtor interessado ainda pode contar com o apoio do governo federal, que vem incentivando a produção desse tipo de combustível por ser menos poluente do que os derivados do petróleo e ter origem em fontes renováveis.
A venda dos grãos do girassol ou do óleo já extraído para usinas produtoras de biodiesel  traz aumento de renda para os produtores familiares. Além disso, os resíduos da extração do óleo podem ser reaproveitados como alimento para animais ou como adubo. O pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Ivênio Rubens de Oliveira, explica como o cultivo do girassol pode ser implantado no sistema de consórcio, ressaltando que deve ser implantado como uma cultura alternativa, complementar às culturas alimentares já estabelecidas.

“Quando se trabalha com a agricultura familiar é normal que, entre as fileiras do girassol, se cultive outras plantas como o feijão, o amendoim, o feijão-de-corda e, em alguns casos, trabalhando bem o manejo de adubação, pode-se trabalhar o consórcio também com o milho”, exemplifica o pesquisador. “ O pesquisador também defende o plantio e cultivo da flor na região Nordeste.
 
Texto tirado do site: (Data 26/12/2010)

domingo, 19 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL A TODOS


FELIZ NATAL A TODOS QUE FAZEM PARTE DA FAMÍLIA EMATER DE MARCELINO VIEIRA

ESTES SÃO OS VOTOS DE TODA A EQUIPE TÉCNICA

MIGUEL CAVALVANTE - TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA
JUNIOR BARBOSA - ENGENHEIRO AGRÔNOMO
SUIANN ROSÂNGELA - ASSISTENTE SOCIAL
IRMA MARIA - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
ISAAC CARVALHO - TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA
 

sábado, 18 de dezembro de 2010

REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A CULTURA DO GIRASSOL


 

Foi realizada no dia 18 de dezembro de 2010  na Câmara Municipal de  Marcelino Vieira o último encontro do ano sobre a cultura do girassol, esta atividade vem complementar as ações do projeto coordenado pela JICA/Emater/Secretaria de Agricultura do Estado do RN. Estas ações reforçam o plano para o plantio 2011, que atualmente já conta com mais de 30 trabalhadores rurais interessados, com um total de aproximadamente 20 ha para a próxima safra. Foram confirmadas todas as atividades programadas, bem como, o corte de terra (40 horas/trator cedidas pela prefeitura municipal), a assessoria técnica do Escritório Local da Emater, o emprestimo de equipamentos para o plantio (matracas), a distribuição das sementes (Cultivar Catissol 01) e a adubação com boro. O encontro contou com a presença de 22 trabalhadores de diversas comunidades, dos representantes da JICA, extensionistas do escritório local e representantes da diretoria da COAAF. Foram repassadas informações referentes ao cultivo do girassol, dados sobre o inverno e finalmente a prestação de contas da cooperativa. Também foram relatadas as experiências dos trabalhadores na UTD (Unidade Técnica Demonstrativa), localizada na comunidade da Vaca Morta, o qual serviu de base para esboçar um cenário para o cultivo do girassol na região do Alto Oeste.

Texto: Junior Barbosa (Engenheiro Agrônomo)


Plenária

Ana Kojima (Jica), Suiann Rosâgela (Emater), Watanabi (Jica) Junior (Engenheiro Agrônomo)
Área de plantio do girassol
Colheita do amedoim
Mauro Jorger - Coordenador da UTD





sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CURSO DE RECEITAS DE GERGELIM




Em 09 de dezembro de 2010, realizou-se através de uma parceria da emater, embrapa, jica e prefeitura municipal de marcelino vieira. O curso sobre a cultura do gergelim e algumas receitas. Estiveram presentes a gestora do regional de pau dos ferros sônia cabral e técnicos dos escritórios locais de marcelino vieira, alexandria, pilões, tenente ananias e pau dos ferros, o representante da embrapa o pesquisador doutor queiroga, e os pesquisadores ayice e paulo de tarso, represetante da jica ana kojima e representante da prefeitura municipal amélia medeiros (chefe de gabinete), e a doutora amazille (nutricionista do município). O público alvo foram as merendeiras das escolas do município  e estado, e também agricultores familiares dos municipais de marcelino vieira, alexandria, e pilões. Foram repassadas informações técnicas sobre o gergelim sua ação e seus benefícios para a saúde.o doutor queiroga pesquisador da embrapa juntamente com ayce chaves (assistente de pesquisa) e paulo de tarso (pesquisador), realizaram uma explanação mostrando a importância da introdução do gergelim na melhoria da qualidade de vida das pessoas destacando que o gergelim possui antioxidantes naturais e produz os seguintes efeitos: retarda o envelhecimento celular, prologando a vida útil das celulas, atua contra fungos e bactérias, inibi o desenvolvimento das celulas cancerígenas, possui ação antiparasitária, elemina radicais livres, interompendo processo de oxidação celular, e se potencializa como vitamina e, presente na semente do gergelim melhorando a sua absorção no organismo. Posteriormente realizou-se a parte prática do curso onde o técnico da embrapa ayce chaves ensinou de forma dinâmica várias receitas com o gergelim: gergelim torrado, farinha de gergelim, tahine, tahine com mel de abelha, bolo de gergelim, biscoito de gergelim, gersal, doce de gergelim (espécie), leite de gergelim, fubá de gergelim e patê de gergelim, foi um momento rico de troca de experiencia e conhecimento, o técnico ao realizar cada receita falava da importância e dos cuidados com a manipulação dos alimentos. A nutricionista do escritório do regional de pau dos ferros tarciana feitoza participou de todo o processo dando sua importante contribuição na parte de boas práticas de fabricação dos alimentos, armazenamento, conservação e embalagem dos alimentos, como também o valor nutritivo de cada receita,  enriquecendo  ainda mais as informações repassadas pelos técnicos da empraba. No final com todas as receitas prontas todos os participantes degustaram e apreciaram bastante algumas receitas já vendo a viabilidade da introdução dessas receitas na merenda escolar e também no dia-a-dia da familia. Todo trabalho só foi possível diante do esforço conjunto e das parcerias. Nós que fazemos a emater de marcelino vieira queremos agradecer a todos os envolvidos na ação, em especial ao apoio da prefeitura de marcelino vieira que nos forneceu a estrutura física e todos os produtos utilizados na elaboração das receitas. Agradeçemos em especial apoio dos funcionários pedro e sheila que foram essenciais para que o evento fosse realizado e atingisse seu real objetivo.
Texto: Suainn Rosângela (Assistente Social)
Isaac Carvalho (Técnico em Agropecuária

Produtos a base do gergelim
Paulo de Tarso e Aycê (Embrapa)

Aycê (Embrapa)

Multiplicadores

Turma e instrutores

Material produzido no curso


Equipe de Técnicos

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

RESULTADOS DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO NO MUNICÍPIO DE MARCELINO VIEIRA - RN



Durante o período de vacinação  estabelecido pelo Ministério da Agricultura que foi de  01 a 30 de outubro de 2010, contamos com a participação de todos os órgãos técnicos com atuação no município (EMATER/IDIARN/Secretaria Municipal de Agricultura), o que viabilizou um amplo apóio ao produtor rural e ao agropecuarista. No período que anteceu a vacinação foi capacitado um grupo de vacinadores para dar suporte a campanha, incentivando assim, a vacinação em massa do rebanho. Estes vacinadores foram treinados pelo médico veterinário da Regional da EMATER de Pau dos Ferros e contou com uma parte teórica e uma parte prática. Os equipamentos e produtos utilizados neste treinamento foram cedidos pela Secretaria Municipal de Saúde, os quais foram essenciais à realização da atividade. Foram capacitados 25 trabalhadores no treinamento e o curso teve uma duração de 20 horas/aula. 
No decorrer da campanha de vacinação os produtores foram obrigados a adquirir as doses para vacinação em estabelecimentos credenciados para a venda, sendo exigido para comprovação da vacinação a nota fiscal referente a compra do produtos. As ampolas variam entre 10 e 50 doses e devem ser armazenadas em ambiente refrigerado. Após a vacinação o produtor teve até o dia 15 de novembro para apresentar a Secretaria de Agricultura a nota fiscal da compra da vacina para serem emitidas a Ficha de Declaração de Rebanho Vacinado, com os dados do rebanho e as informações técnicas da vacina e do revendedor do produto. As implicações para quem não vacinou o seu rebanho são inúmeras, dentre elas destacamos o próprio comprometimento do decreto do Ministério da Agricultura que especifica a condição do estado do RN como Livre da aftosa com vacinação, pagamento de multa no valor 25,00 R$ por animal não vacinado, impedimento no processo de aquisição de crédito e suspensação de abate de animais não vacinados devido a não emissão da GTA (Guia de Trânsito Animal).
No município de Marcelino Vieira foram vacinados 3.997 bovinos com um total de 192 produtores declarantes, um número bem maior que na primeira etapa que ocorreu no período de 01 a 30 de abril de 2010 que declararam apenas 175. Todos os declarações e as emissões das GTAs estão sendo fornecidas pela Secretaria Municipal de Agricultura no horário das 08:00 as 12:00 h, diretamente com os técnicos Isaac Carvalho e José Gilson. Certos do  compromentimento de todos os envolvidos no processo de vacinação nos colocamos a disposição de qualquer informações adicionais que venham a surgir.

Texto: Junior Barbosa  e Isaac Carvalho


Vacinação contra aftosa - Conteção animal

Vacinação contra Aftosa

Curso de Vacinação contra Aftosa

Material do curso de vacinação - Doação da Secretária Municipal de Saúde

Vacinadores treinados no curso de vacinação - Curso
Miguel (Médico Veterinário da EMATER) e Miguel Cavalcante (Técnico em Agropecuária)
                            
Vacinadores - Curso de Vacinação